segunda-feira, 26 de outubro de 2009

CENTENÁRIO DE PAU DOS FERROS, CAMPEÃO 2ª DIVISÃO/2009


Debaixo de um sol muito forte e uma temperatura acima dos 35 graus, Centenário, de Pau dos Ferros e Clube Atlético Potengi, de Natal, decidiram no dia 25 de outubro de 2009(domingo) à tarde a Segunda Divisão de Profissionais do Rio Grande do Norte.
O time Pauferrense consolidou o seu favoritismo e goleou o Atlético Potengi, de Natal, pelo placar de 4x1. Canindezinho que marcou 03 (três) gols foi o nome do jogo. Álisson completou a goleada.
A Federação Norteriograndense de Futebol homenageou dois desportistas. O troféu de Campeão Altanir Fernandes Borges (in memorian) que foi o fundador do Clube Centenário Pauferrense foi entregue a equipe campeã.
O troféu de Vice-campeão José Edmilson de Holanda que já foi prefeito de Pau dos Ferros é ex-presidente do Clube foi entregue ao Clube Atlético Potengi.
Na noite anterior, em solenidade concorrida, o prefeito Leonardo Rêgo inaugurou a iluminação do estádio 09 de janeiro que se tornou mais uma opção para os jogos noturnos do Estadual 2010. Em seu discurso, o presidente do Centenário disse que “Essa criança que nasce eu ofereço ao povo de Pau dos Ferros e aos desportistas. Espero que vocês possam tomar conta dela, dessa criança chamada Centenário Pauferrense que volta a disputar a Primeira Divisão” disse Francisco de Assis Correia.
O presidente da Federação Norteriograndense de Futebol, José Vanildo entregou o troféu a equipe da casa e comentou: “Essa é a conquista da interiorização do nosso futebol. Ninguém faz isso sozinho. Sem a ajuda da Prefeitura, da torcida e da imprensa. Parabéns ao povo de Pau dos Ferros e ao prefeito pela conquista do titulo” disse Vanildo.
CENTENÁRIO É O ADVERSÁRIO DO POTYGUAR-CN NA ABERTURA DO ESTADUAL 2010.
O Centenário é a décima equipe da Primeira Divisão e estréia na competição em 2010 no dia 24 de janeiro contra o Potyguar de Currais Novos no estádio Coronel José Bezerra.
FICHA TÉCNICA DA PARTIDA:
Jogo: CENTENÁRIO 4x1 ATLÉTICO POTENGI
Local: Estádio 9 de Janeiro, em Pau dos Ferros.
Árbitro: Leandro Saraiva
Renda: R$ 7.750,00. Público pagante: 850
Gols: Canindezinho marcou 03 e Állisson 01 para o Centenário. Diego descontou para o Atlético.
EQUIPES:
Centenário: Erasmo, Tiago, Pedro, Bruno e Lano (Jeferson); Ribamar, Alan, Josicley e Alisson (Guidon); Marcelo Assuense (Adriano) e Canindezinho. Técnico: Hugo Sales.

Potengi: George, Tiaguinho, Romildo, Michel e Nininho; Gilmar, Tiago Oliveira (Thiago Palermo), Danilo Lopes e Carioca; Robson (Diego) e Geovani (Binha. Técnico: Carlos Mota.
FONTE - escretedeouro.blogspot.com

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

ALECRIM 2x2 SÃO RAIMUNDO

Acabou o sonho do Alecrim de conseguir o primeiro título brasileiro para uma equipe potiguar. Jogando no Machadão na tarde dia 18 de outubro de 2009 (domingo), os natalenses, que precisavam vencer por dois gols de diferença, até que lutaram, mas apenas empataram com o São Raimundo-PA por 2 a 2 e acabaram eliminados da decisão da Série D.
Os gols da partida foram marcados por Rafael Oliveira e Déo Curuça para os visitantes, enquanto Torona e Chapinha descontaram para o Verde. No fim, apesar do insucesso nas semifinais, os alecrinenses saíram com a cabeça erguida, uma vez que o time já estava classificado para a Série C de 2010, principal objetivo desde o início da competição. Precisando vencer por dois gols de diferença, o Alecrim iniciou a partida tomanda as rédeas da partida.
Com menos de cinco minutos, pelo menos duas vezes o goleiro Labilar ficou todo arrepiado. Primeiro, aos três, Eduardo Potiguar arriscou com perigo e bola passou perto do gol. Dois minutos depois, aos cinco, Filho tentou cortar cruzamento e quase jogou contra o patrimônio. Assim como no primeiro jogo, quando perdeu muitos gols e não conseguiu finalizar com sucesso as oportunidades criadas, o Verde seguiu melhor, mas em colocar a bola para dentro. Aos 15 minutos, a bola desviada por Tiago Potiguar foi cortada por Filho antes de cruzar a linha de gol. Passada pressão inicial, o time do Pará equilibrou as ações e passou a tentar sair nos contragolpes. Aos 26, veio a primeira chance. A defesa verde parou pedindo impedimento, Rafael Oliveira pegou rebote e mandou para o gol, a bola caprichosamente saiu tirando "tinta" da trave. No lance seguinte, Eduardo Igor bateu forte, mas esbarrou em Labilar, que fez bela defesa. No apagar das luzes da etapa inicial, veio o castigo. Aos 44 minutos, Rafael Oliveira recebeu belo lançamento e com estilo tocou de cabeça no contrape de Isaías, que nada pôde fazer, colocando os paraenses em vantagem e obrigando o verde a fazer pelo menos três gols para levar a decisão para os pênaltis. Perdendo o jogo, o Alecrim voltou para o intervalo com Torona no lugar de Maurício Pantera, que antes da partida era dúvida. No entanto, foi do adversário o primeiro susto da etapa inicial. Aos seis minutos, Rafael Oliveira recebeu e bateu com perigo. Sentindo que a modificação não tinha surtido o efeito esperado, Sena mexeu de novo, aos 14 minutos, colocando Fernandes na vaga do zagueiro Rafael e abandonando o 3-5-2 para utilizar o 4-4-2. Dois minutos depois, veio o empate. Torona desviou escanteio e marcou, para delírio da torcida verde. Embalado pelo gol marcado e empurrado pelos fiéis esmeraldinos, o Alecrim veio para o abafa. Aos 20 minutos, um lance polêmico em Fernandes. Os natalenses pediram pênalti, mas o árbitro mandou seguir. Em sua última cartada, Sena foi para o tudo ou nada. Ele sacou Marciano para a entrada do atacante Daniel, passando a atuar com três homens de frente. Aos 24 minutos, Tiago Potiguar emendou de voleio, para a zaga paraense tirar quase em cima da linha. Dois minutos depois veio o balde de água fria nas pretensões alecrinenses. No contragolpe, Léo Curuçá recebeu na frente, invadiu a área e tocou na saída de Isaía, decretando o 2 a 1 no marcador. Na tentativa de conseguir o resultado, o Alecrim ainda criou pelo menos três boas chances de empatar e até virar, mas os chutes de Val e Tiago Potiguar esbarraram no iluminado goleiro Labilar, e o de Chapinha saiu por sobre o gol. Nos acréscimos, Chapinha ainda empatou, para decretar o placar final. No apito final do árbitro, festa dos paraenses em pleno Machadão.
FICHA: Alecrim: Isaías; Pantera, Geilson e Rafael (Fernandes); Eduardo Igor, Fabiano Silva, Val, Chapinha e Marciano (Daniel); Maurício Pantera (Torona) e Thiago Potiguar. Técnico: Leandro Sena São Raimundo: Labilar; Ceará, Filho, Pedro Marabá e João Pedro; Beto, Marcelo Acabou o sonho do Alecrim de conseguir o primeiro título brasileiro para uma equipe potiguar. Jogando no Machadão na tarde deste domingo, os natalenses, que precisavam vencer por dois gols de diferença, até que lutaram, mas apenas empataram com o São Raimundo-PA por 2 a 2 e acabaram eliminados da decisão da Série D. Os gols da partida foram marcados por Rafael Oliveira e Déo Curuça para os visitantes, enquanto Torona e Chapinha descontaram para o Verde. No fim, apesar do insucesso nas semifinais, os alecrinenses saíram com a cabeça erguida, uma vez que o time já estava classificado para a Série C de 2010, principal objetivo desde o início da competição. Precisando vencer por dois gols de diferença, o Alecrim iniciou a partida tomanda as rédeas da partida. Com menos de cinco minutos, pelo menos duas vezes o goleiro Labilar ficou todo arrepiado. Primeiro, aos três, Eduardo Potiguar arriscou com perigo e bola passou perto do gol. Dois minutos depois, aos cinco, Filho tentou cortar cruzamento e quase jogou contra o patrimônio. Assim como no primeiro jogo, quando perdeu muitos gols e não conseguiu finalizar com sucesso as oportunidades criadas, o Verde seguiu melhor, mas em colocar a bola para dentro. Aos 15 minutos, a bola desviada por Tiago Potiguar foi cortada por Filho antes de cruzar a linha de gol. Passada pressão inicial, o time do Pará equilibrou as ações e passou a tentar sair nos contragolpes. Aos 26, veio a primeira chance. A defesa verde parou pedindo impedimento, Rafael Oliveira pegou rebote e mandou para o gol, a bola caprichosamente saiu tirando "tinta" da trave. No lance seguinte, Eduardo Igor bateu forte, mas esbarrou em Labilar, que fez bela defesa. No apagar das luzes da etapa inicial, veio o castigo. Aos 44 minutos, Rafael Oliveira recebeu belo lançamento e com estilo tocou de cabeça no contrape de Isaías, que nada pôde fazer, colocando os paraenses em vantagem e obrigando o verde a fazer pelo menos três gols para levar a decisão para os pênaltis. Perdendo o jogo, o Alecrim voltou para o intervalo com Torona no lugar de Maurício Pantera, que antes da partida era dúvida. No entanto, foi do adversário o primeiro susto da etapa inicial. Aos seis minutos, Rafael Oliveira recebeu e bateu com perigo. Sentindo que a modificação não tinha surtido o efeito esperado, Sena mexeu de novo, aos 14 minutos, colocando Fernandes na vaga do zagueiro Rafael e abandonando o 3-5-2 para utilizar o 4-4-2. Dois minutos depois, veio o empate. Torona desviou escanteio e marcou, para delírio da torcida verde. Embalado pelo gol marcado e empurrado pelos fiéis esmeraldinos, o Alecrim veio para o abafa. Aos 20 minutos, um lance polêmico em Fernandes. Os natalenses pediram pênalti, mas o árbitro mandou seguir. Em sua última cartada, Sena foi para o tudo ou nada. Ele sacou Marciano para a entrada do atacante Daniel, passando a atuar com três homens de frente. Aos 24 minutos, Tiago Potiguar emendou de voleio, para a zaga paraense tirar quase em cima da linha. Dois minutos depois veio o balde de água fria nas pretensões alecrinenses. No contragolpe, Léo Curuçá recebeu na frente, invadiu a área e tocou na saída de Isaía, decretando o 2 a 1 no marcador. Na tentativa de conseguir o resultado, o Alecrim ainda criou pelo menos três boas chances de empatar e até virar, mas os chutes de Val e Tiago Potiguar esbarraram no iluminado goleiro Labilar, e o de Chapinha saiu por sobre o gol. Nos acréscimos, Chapinha ainda empatou, para decretar o placar final. No apito final do árbitro, festa dos paraenses em pleno Machadão. FICHA: Alecrim: Isaías; Pantera, Geilson e Rafael (Fernandes); Eduardo Igor, Fabiano Silva, Val, Chapinha e Marciano (Daniel); Maurício Pantera (Torona) e Thiago Potiguar. Técnico: Leandro Sena
São Raimundo: Labilar; Ceará, Filho, Pedro Marabá e João Pedro; Beto, Marcelo Pitbull, Trindade e Michel; Léo Curuça (Wallace) e Rafael Oliveira (Legberto). Técnico Lúcio Santarém
Renda: R$ 6.012 Público: 567 pagantes
Local: Machadão, às 16hPitbull, Trindade e Michel; Léo Curuça (Wallace) e Rafael Oliveira (Legberto).
Renda: R$ 6.012 Público: 567 pagantes Local:
Machadão, às 16h
FONTE: DIÁRIO DE NATAL

sábado, 10 de outubro de 2009

HISTÓRICO DO MACHÃDÃO


HISTÓRICO DO MACHÃDÃO

O Machadão além de ser um cartão postal da capital, deve ser analisado a luta que muitos natalenses O Machadão além de ser um cartão postal da capital, deve ser analisado a luta que muitos natalenses enfrentaram para sua concretização, assim vejamos o depoimento prestado por Moacir Gomes, arquiteto do estádio, publicado no Diário de Natal, edição do 4 de junho de 2002: Uma obra construída com o esforço de muito desportistas de Natal. Foi assim que depois de mais de 10 anos de luta o sonho de se ter um grande estádio na capital do Rio Grande do Norte tornou-se real. Em 1956, quando o arquiteto recém-formado Moacir Gomes retornou do Rio de Janeiro para Natal, um grupo de amigos amantes do esporte encabeçado pelo arquiteto, por João Cláudio Machado e Humberto Nesi juntou-se e foi até o gabinete do então governador do Estado, Silvio Pedroza, para pleitear um terreno para a construção do estádio de futebol.“NATAL já estava crescendo e precisava de um estádio. Não podia mais viver em função do velho Juvenal Lamartine”, explicou Moacir Gomes. O Terreno, localizado na praia do Forte, onde hoje fica o Circuito Militar, foi doado para a Federação Norte-Rio-Grandende de Desportos (FND). O governador viabilizou recursos para a concepção do projeto do estádio na praia do Forte, mas os entraves políticos não permitiram a continuidade. Silvio Pedroza não foi reeleito e o início (fez seu sucessor) e o início da construção do estádio teve que ser adiado.Três anos se passaram da primeira tentativa de conseguir convencer ao governo do Estado construir um estádio em Natal. Em 1969, esse mesmo grupo de amigos se reuniu e, desta vez, foram até o governador Dinarte Mariz. Dinarte Mariz doou o terreno, mas também não foi reeleito, estacionando o sonho da construção do estádio.OS desportistas recorreram ao estão prefeito de Natal, Djalma Maranhão. “Ele era um desportista conhecido e topou. Cercou o terreno, usou um trator para nivelar o terreno e fez um barracão de alvenaria. Mas aí veio a revolução e Djalma foi exilado para o Uruguai. Mas já havia deixado a terraplanagem feita”. O grupo não desistiu. Agnelo Alves assumiu a prefeitura de Natal e mais uma vez estava lá o grupo de amigos “Fomos a Agnelo. Ele arregaçou as mangas e disse: Vamos fazer o estádio. Aí começou a correria”, revelou.
ENTUSIASMO
De acordo com Moacir, a obra começou em janeiro de 1967 movida pelo desejo de ver o estádio construído. “As condições eram mínimas. Trabalhávamos-nos em um barracão com muita poeira areia. Mas todo mundo vivia aquele entusiasmo. Todos os desportistas de Natal participavam”, lembrou.A prefeitura foi ocupada por Ubiratan Galvão que deu continuidade à obra. Sete meses depois, uma crise política afastou Galvão do Cargo de prefeito de Natal. Assumiu então Jorge Ivan Cascudo. “Ele deu seguimento à obra com a ajuda do governador Cortez Pereira”, relatou. A partir daí a obra foi terceirizada. A empresa Ecocil e a Enac, da Paraíba, se responsabilizaram pela obra.A obra não andava. Moacir foi ao Rio de Janeiro, com uma carta de apresentação redigida por João Machado, falar com o presidente da então Confederação Brasileira de Desportos (CBF), João Havelange. “A CBF não dinheiro para a continuação da obra”. Mas tomou uma atitude que causou a conclusão do estádio”, disse. “JOÃO HAVELANGE afirmou que, em nome da CBF estaria colocando Natal nas chaves eliminatórias da mini copa do Mundo do próximo ano”. “Aquilo foi uma bomba. O governador e o prefeito deram um jeito e terminam o estádio que foi inaugurado no dia 4 de junho de 1972, com a denominação de Marechal Humberto Castelo Branco (CASTELÃO) e modificado através da Lei de uma lei municipal datada de 23 de junho de 1989, sancionada pela então prefeita de Natal, Vilma Maria de Faria que passou a chamar-se Estádio João Cláudio de Vasconcelos Machadado – o MACHDÃO. A mudança de nome surgiu a partir de um projeto do vereador MARCÍLIO CARRILHO, projeto aprovado na Câmara Municipal com 14 votos favoráveis e apenas um voto contrário.
PROJETO ARQUITETÔNICO
O projeto arquitetônico do estádio João Machado, o Machadão, foi fruto de uma tese de conclusão de curso. Um projeto ousado e de grande complexidade elaborado pelo arquiteto Moacir Gomes. Fascinado por esportes, o então estudante de arquitetura da UFRJ acompanhou passo a passo a construção do maior estádio do mundo, o Maracanã. Um templo do futebol


PATRONO DO MACHADÃO

JOÃO CLÁUDIO VASCONCELOS MACHADO, natural de Natal, nascido a 11 de julho de 1914 e faleceu em sua terra natal, no dia 20 de fevereiro de 1976. Um dos nomes mais populares da era do rádio natalense, com seu programa esportivo “O Corruchiado’, João Machado aliava a essa atividade, empregos burocráticos e uma forte inclinação para a boêmia”.
FONTE: ww.
oestenews-natal.blogspot.com/

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